my-writings gemeu baixinho:
Seguindo (: #amei.

muito obrigada, bem vindo. *-*

REBLOGUE se você é feio.

dcdgb

OLHA LÁ OS NOTES U.U

Eu tive chances de dizer tudo o que eu pensava e sentia por você. Mas desperdicei. Confesso. Minhas indiretas nunca foram suficientes. Não sei se as ignorava ou levava tudo como tom de brincadeira. Você sempre foi assim, não era de levar as coisas tão a sério. Um defeito. E não era o único defeito que eu conhecia. Eu sempre fui observador a esse ponto. Minha percepção sempre foi assim, aguçada. Meu perfeccionismo era excedido. De modo que por conhecer você, como conhecia. Não lhe daria uma chance sequer. Mas quem sou eu pra mandar, ou escolher quem amar? Que ingênuo. Meu desperdício foi insegurança. Eu sei. Tive medo, receio em contar o que eu estava sentindo naquele momento. Eu não sabia qual seria sua reação. E muito menos se seria recíproco. Meu pessimismo de certa forma contribuiu. E nessa coisa de, conta ou não conta, eu optei em esperar por mais um tempo. Foi um erro. Quanto mais o tempo passava, mais medo eu tinha em contar. Já havia perdido a conta de quantas vezes tentei contar tudo por uma mensagem de celular. Mas sempre apagava e desistia. Covardia. Não aguentava mais essa minha insegurança. Resolvi guardar pra mim, por mais angustiante e doloroso que fosse. Eu guardei. Resolvi esquecer, pelo menos tentar. Resolvi me abrir para novos amores. Não consegui. Eu estava enganando a mim mesmo, eu queria você, afinal. Por que eu teria que dar chances a novos? Enfim desisti de mim, de você, de nós. Me fechei, me resguardei, me isolei. Tornei-me frio a ponto de não me questionar mais diante do amor. Privei-me. E por culpa dessa minha insegurança e desse amor incondicional, meu coração simplesmente tornou-se duro feito pedra e frio como gelo."
Only a  Solitary. 

Meu coração faz tumtumtum bem acelerado, quando o encontro. Será que ele já ouviu, vou pedir para ele colocar a mão no lado aonde fica o coração, para ele poder saber o quanto fico nervosa, e ao mesmo tempo feliz ao encontrá-lo. Quando eu o encontro, meu coração acelera, minhas mãos soam, e a felicidade dentro do meu peito, sai, e se abre um sorriso em meus lábios. Eu te quero perto de mim, para nós conversarmos sobre nossas vidas, para nós se amarmos sem nenhum problema, sem algo a interferir sobre nós, e ao nosso amor indecifrável. Eu amo só você, esse amor dentro do meu peito, só vive quando penso em você, quando estou do teu lado, quando eu estou feliz, por te ter comigo, feliz em te ter aqui, só pelo motivo de ter o seu coração. Será que ele já percebeu o quanto fico vermelha quando alguém fala dele para mim? e será que ele sabe que o amo, só amo ele? Eu acho que não, pois ele é muito burro para perceber esses pequenos detalhes. Eu o tenho e em minutos, me pego chorando, sentindo a falta, porque ele foi embora.  O amor é perigoso, nos faz sentir coisas diferentes dentro de nós, nossos sentimentos se modificam, a mesma forma que o amor traz felicidade a alguém, traz infelicidade a outra pessoa. E sempre me dou mal nesse sentimento chamado de amor, não me dou muito bem com esse sentimento perverso, sempre caiu em uma cilada, e acabo com minha vida, fico triste, bastante ferida. Antes em mim, não existia infelicidade, agora, não tenho um pouco de felicidade completa, saudades de ser completamente feliz, mas de repente a felicidade saí voando pelos ares, como cabelos esvoaçando pelos ares a fora. Antes, não chorava por qualquer motivo banal, agora já não tem lágrimas dentro de mim, pois já saíram todas as gotinhas.  Eu caí na sua cilada, dei todo meu amor, mas fui burra demais, para poder sair destas suas armadilhas de amor. O amor nos faz ficarmos mais frágeis, e nos da mais burrice também. O amor nos traz felicidade, a, muita. Porque sempre comigo foi tão passageiro, que ao piscar o olho, tudo já se acabou, nós juntos, só o amor, que ficou penetrado em mim, e o amor que ele sentia por mim, foi embora a muito tempo atrás. (r-o-s-e-i-r-a-l)

Eu ando fingindo muito. Finjo que não me importo, finjo que não quero, finjo que não sinto, finjo que não vejo, finjo que esqueço"
Caio Fernando Abreu.  (via indefesa)